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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Uma tentativa



Nem era para escrever um post hoje bem eu sou um bocadinho preguiçoso e depois é complicado escrever o que sinto a fala é muito mais vantajosa para mim do que a escrita. Fico contente e agradeço a quem lê o meu blog. O que tu pensas do que escrevo é contigo mas este é o meu mundo.


Não é que me sinta em baixo ou triste mas sinto-me mal por um simples motivo porque é que somos todos iguais e nem todos tem o mesmo modo de vida. Como é que nos podemos queixar da vida quando temos tantos luxos, carros, pcs, tvs, casa, cama confortável, telemóveis e na maioria das vezes temos essas coisas repetidas não nos contentamos só com um telemóvel, um pc?


Porque que toda a humanidade não pode ser feliz?


Será que estamos a ser correctos?


O ser humano é um ser com capacidades fenomenais, mas consegue ser tão egotista ao mesmo tempo. Como podemos ter coragem para andar de casaco de pele de animal? Ao matarmos o animal já estamos a ser frios e quem compra esta a ser muito egotista.


Porque que a humanidade não abre os olhos?


Toda a humanidade podia ser feliz e a vida ser igual para todos. Toda a matéria universal não pertence a uma minoria de Senhores de poder, pertence a todos os humanos de igual forma tudo o que existe no mundo é para uso de todos não de um grupo limitado de humanos.


Não posso fazer nada para mudar esta mentalidade sozinho mas tento que o meu caro leitor penses quanto boa é a a sua tua vida.


O meu sonho é ver todos os seres serem tratados da mesma forma e que a vida deles seja harmoniosa.

Eu sei sou um “I am a dreamer”

quarta-feira, 31 de março de 2010

A alma a morte a vida



O que é a morte? A resposta parece fácil, morte é o fim da vida.


O que sobrevive?


Após a morte quem somos nós?


È lógico que um lado pós-morte do indivíduo não pode ser uma entidade física ou corpórea, então a sua alma é que sobrevive a morte do seu corpo.


Como obtemos o nosso ego-identidade?


Ao longo da vida as nossas experiencias modelam o ego. É provável que a maioria dessas vivencias seja preservada no cérebro.

Mas as memórias genéticas e cerebrais são físicas, com o desaparecimento do corpo e a subsequente decomposição dessas memórias físicas. O que fica?


A natureza da alma e daquilo que sobrevive a morte é uma questão difícil e controversa e intrigante quando se analisa a vida e a morte com uma continuidade.


“Querem saber o que é a morte


Poupem o vosso fôlego


Quando conhecerem a vida


Tornarei a falar da morte”

"Há morte na vida, há vida na morte”


(Filosofo chinês Confúcio)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A Flor Perfeita



Quando se começa a namorar os primeiros tempos todo é fantástico e lindo mas com o passar do tempo algo parece desaparecer das relações. A conquista esta feita mas não segura, a excitação inicial por ela (e) passou, talves por um pensamento de conquista. Claro depois a sempre aqueles dias como o dia 14 de Fevereiro onde ela ou ele se lembra de algo diferente criam mutuamente um ambiente romântico. O ambiente deve ser criado todos os dias e não num só dia (o dia deles) se num dia qualquer te lembras de fazer uma surpresa ao teu par certamente a alegria dele (a) será maior da do dia 14 de Fevereiro. Afinal o dia de namorados é só um dia ou os dias todos?


Se a disposição para amar e ser perfeccionista no Amor é só por um dia mais vale a pena namorar um só dia por ano assim é os namoros seriam todos cor-de-rosa.


Não sou perfeito tu sim és perfeita tu sim compreendes-me tu sim aguentas com o meu variar de humor todos os dias do namoro.


A minha maior conquista é manter junto a mim tudo o que é perfeito e tu és mais que PERFEITA.


A tua felicidade é a minha vida.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Príncipe do Amor (Fim)


O casamento de Luni era uma forma de reforçar o reino de Otto e Anuael sentia-se impotente, antes defendia o reino de katu mas agora abrigava-se no reino Otto. Já não era um príncipe com o poder de outrora.
Sabendo que não poderia dar o mesmo que daria o príncipe Otaka. Anuael mesmo assim sentia-se feliz pelo simples facto de ter tido o privilégio de ter conhecido e conversado com princesa Luni, ela naquele curto espaço de tempo tinha provocado sensações ate antes desconhecidas para ele.
Luni estava triste e retira-se para os seus aposentos, sabia que o casamento era o melhor para o reino de Otto mas não o melhor para ela.
Anuael enquanto regressa com os seus cavaleiros para os seus quartos conta-lhes que sentia uma sensação dentro dele muito forte mas que sentia-se impotente. Os seus cavaleiros disseram a anuael que estariam sempre junto a ele e que ficariam no reino de Otto se Anuael assim o quisesse o príncipe sentia-se honrado afinal de todo seus homens ainda o apoiavam em qualquer decisão.
Anuael que permanecia no reino de Otto ia falando com a princesa eles sentiam-se bem junto um do outro. O próprio rei Otto se apercebia disso mas o seu enorme respeito pelo povo fazia que o casamento com Otaka fosse o melhor para a defesa dos habitantes de seu reino.
Anuael cada mais se apaixonava por Luni simples troca de palavras levantavam a mural a ambos completavam-se, mas havia sempre uma barreira que os distanciava os impedia de mostrarem o verdadeiro amor um ao outro.
O rei Otto recebe um aviso que um exército muito numeroso se aproximava do seu reino, preocupado com a defesa do seu reino pede apoio ao rei Taka pedindo-lhe que envie o príncipe Okata com um exército para ajudar na defesa do reino. Com o exército inimigo a se aproximar o rei Otto é informado que Okata não vira na defesa do seu reino. Anuael ao saber que o reino esta sobre ameaça reúne os seus cavaleiros e junta-se as forças de Otto a qual este lhe confia a chefia do seu exército para tentar travar o inimigo.
Com o inimigo mesmo a chegar as muralhas do reino, Anuael avança com todas as tropas a fim de os travar sem eles chegarem perto do povo que vivia em redor do reino.
Em campo aberto duas linhas horizontais se faziam notar 2 exércitos frente a frente 2 homens o mesmo sangue aquele numeroso exercito era do rei Katu.
Anuael vendo que era o exército do seu pai manda exército chefiado por ele manter em posição defensiva enquanto ele avança em direcção a katu este vendo que aquele comandante que avançava na frente da linha de combate é Anuael, seu filho, decide manter os seus homens em posição e avançar sozinho.
Chegando perto um do outro Katu diz-lhe estar admirado por Anuael ter tido a força de continuar depois dele o ter abandonado e que se sentia feliz por o ver e por ter uma nova casa e um exercito novo, Anuael explicando-lhe que com o desgosto de o pai o ter abandonado tinha cavalgando sem rumo e encontrado um novo reino e que o defenderia seja contra quem fosse.
Katu diz-lhe que esta feliz por o ver e que sabendo que o reino de Otto o acolheu não atacara e regressará ao seu reino e que sempre que quiser regressar será bem-vindo.
Virando costas e regressando os dois para trás Katu não iria atacar e Anuael informava o exercito que não seria necessário derramar sangue que o Rei katu iria recuar os homens estavam admirados com a coragem de Anuael perante seu pai e deste não atacar. Anuael explicando-lhes a conversa em regresso ao reino de Otto onde todos esperavam o exército e especialmente Anuael porque tinha conseguido evitar uma guerra e fazer uma reconciliação.
Luni vai a correr para os braços de Anuael (afinal Okata não defendera o reino Otto ela não teria de casar com ele) beijando-o eles sentiram que a maior conquista não era uma batalha mas sim um sentimento de um amor.
Esperando para o noite o príncipe pede a Luni que vá ter com ele a beira do rio com o reflexo da lua a bater na agua o silencio da agua a correr Anuael pede luni em casamento, ela sente um arrepio uma sensação maravilhosa invadindo sua mente e corpo ela amava Anuael e aceita casar com ele, este ao ver a princesa aceitar sentiu a maior sensação de satisfação não tinha havido conquista tão boa para ele como o amor de uma mulher maravilhosa.
Fim